Gado abatido fora de Mato Grosso é de aproximadamente 2%

Apenas 2% do gado negociado pelos pecuaristas de Mato Grosso são levados para fora do Estado. Um levantamento feito Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) a pedido da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) mostra que os pecuaristas mato-grossenses movimentaram 3,168 milhões de animais para cria, recria e engorda nos primeiros três meses deste ano dentro do Estado. Outras 79,077 mil cabeças foram levadas a outros estados para as mesmas finalidades.

Apenas 2% do gado negociado pelos pecuaristas de Mato Grosso são levados para fora do Estado. Um levantamento feito Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) a pedido da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) mostra que os pecuaristas mato-grossenses movimentaram 3,168 milhões de animais para cria, recria e engorda nos primeiros três meses deste ano dentro do Estado. Outras 79,077 mil cabeças foram levadas a outros estados para as mesmas finalidades.

Já os animais encaminhados ao abate dentro do estado de Mato Grosso somaram 1,155 milhão neste período em Mato Grosso, frente aos 36,771 mil enviados para as indústrias de Goiás, Rondônia, São Paulo, Tocantins e Mato Grosso do Sul. Em 2014, os abates dentro de Mato Grosso totalizaram 5,304 milhões de animais, enquanto o envio de animais para abate fora do Estado foi de 217,529 mil.

O presidente da Acrimat, José João Bernardes, explica que o pequeno volume de animais enviados para outras regiões do país, em comparação ao rebanho negociado dentro do Estado, não justifica o fechamento das unidades frigoríficas registrado em Mato Grosso. Somente neste ano, conforme o Imea, cinco unidades fecharam.

“Vale ressaltar que ainda temos 22 empresas com Serviço de Inspeção Federal (SIF) funcionando em Mato Grosso. É claro que o fechamento de qualquer planta causa um certo desconforto no mercado, principalmente para os pecuaristas que perdem a oportunidade de comercializar o rebanho com preços melhores, devido a falta concorrência”, pontua.

Ele ainda pontua que a pecuária passa por um período de escassez de oferta. “Seguindo o curso normal do ciclo pecuário, a oferta estará maior a partir de 2017, quando teremos mais de 4 milhões de machos disponíveis para abate. Além disso, é provável que a entrada do boi de confinamento melhore a oferta ainda neste ano”, finaliza Bernardes.

Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat)
http://www.acrimat.org.br/

Voltar