Venda de sêmen Angus cresce 180%, em seis anos

Lastreada pela expansão do cruzamento industrial no Brasil Central, a venda de sêmen Angus disparou nos últimos anos. Levantamento divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) indica que a comercialização da raça aumentou de 1.317.805 doses, em 2009, para 3.697.501, em 2014, um avanço de 180% em seis anos. O crescimento é diferenciado em relação às demais raças de corte, que, em sua maioria, mantêm um ganho mais modesto. Na media geral das raças, a Asbia indica avanço de 58% em seis anos, com queda de 7% em 2014 em relação a 2013. “A Angus veio para ficar quando falamos em cruzamento industrial com os zebuínos. É uma raça que agrega valor à pecuária porque nos garante um acabamento de carcaça diferenciado. A Angus permite ao Brasil produzir a carne que o mundo todo quer”, pontuou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber.

Lastreada pela expansão do cruzamento industrial no Brasil Central, a venda de sêmen Angus disparou nos últimos anos. Levantamento divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) indica que a comercialização da raça aumentou de 1.317.805 doses, em 2009, para 3.697.501, em 2014, um avanço de 180% em seis anos. O crescimento é diferenciado em relação às demais raças de corte, que, em sua maioria, mantêm um ganho mais modesto. Na media geral das raças, a Asbia indica avanço de 58% em seis anos, com queda de 7% em 2014 em relação a 2013. “A Angus veio para ficar quando falamos em cruzamento industrial com os zebuínos. É uma raça que agrega valor à pecuária porque nos garante um acabamento de carcaça diferenciado. A Angus permite ao Brasil produzir a carne que o mundo todo quer”, pontuou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber.

O levantamento da Asbia ainda indica que, levando em consideração apenas as 12 raças com maior volume de vendas, a Angus detém 53% do mercado de sêmen no país. Ao estratificar os resultados por estado, a associação indica que a raça Angus é a preferida em 15 deles, coincidentemente aqueles onde a pecuária tem maior força como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em segunda colocação aparece a Nelore, com presença maior em dez estados, entre eles Minas Gerais, Piauí e Bahia. “A expansão da Angus com sucesso pelos rebanhos do país deve-se a sua grande capacidade de adaptação e a uma política de fomento nacional”, pontua Weber. Atualmente, a Associação Brasileira de Angus está presente em todo país com staff preparado para prestar assessoria técnica, além de oferecer aos pecuaristas as vantagens e bonificações do Programa Carne Angus Certificada em oito estados.

Ainda segundo a Asbia, no primeiro semestre de 2015, as vendas de sêmen na pecuária brasileira cresceram 0,3% em relação ao mesmo período de 2014, com expansão de 8% quando fala-se apenas em pecuária de corte (2.672.830 doses de raças de corte nos primeiros seis meses do ano). Também é notável o incremento nos negócios para o exterior, ampliados em 36%. Segundo a Asbia, o desempenho mostra a robustez do setor e reproduz as ações que a entidade vem implementando nos últimos meses. Entre elas está a homologação de cursos de inseminação de modo a difundir a prática pelo país com maiores garantias de qualidade. Além disso, a entidade trabalha no sentido de instalar um Laboratório de Análise de Sêmen próprio, cuja previsão de funcionamento é para 2016. A estrutura requisitará R$ 400 mil de investimentos e será construída no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).

Agrolink com informações de assessoria
http://agrolink.com.br/saudeanimal/noticia/venda-de-semen-angus-cresce-180---em-seis-anos_223470.html

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