Pintos de corte registraram aumento expressivo de volume no 1º trimestre

Ainda que tenha permanecido estável em relação ao volume inicial do ano (aumento de apenas 0,2% sobre janeiro, mês também de 31 dias), a produção brasileira de pintos de corte do mês de março passado foi, nominalmente, a maior do trimestre inicial do ano, aumentando mais de 7% em relação ao mesmo mês de 2015. No entanto, em valores reais (isto é, considerada a produção média diária) recuou perto de 2,5% em relação a fevereiro, este sim o mês de maior produção do trimestre.



Ainda que tenha permanecido estável em relação ao volume inicial do ano (aumento de apenas 0,2% sobre janeiro, mês também de 31 dias), a produção brasileira de pintos de corte do mês de março passado foi, nominalmente, a maior do trimestre inicial do ano, aumentando mais de 7% em relação ao mesmo mês de 2015. No entanto, em valores reais (isto é, considerada a produção média diária) recuou perto de 2,5% em relação a fevereiro, este sim o mês de maior produção do trimestre.

A verdade, porém, é que (frente às condições, extremamente adversas, de produção e de consumo) se esperava retrocesso bem maior na produção de pintos de corte, o que não ocorreu. Mas, explicando esse fato, players do setor lembram que a maior parte dos nascimentos do mês tem a sua incubação iniciada no mês anterior.

Neste caso, em fevereiro, quando as condições de abastecimento do milho não eram tão graves como as registradas nos dois meses subsequentes. E quando o setor ainda se preparava para a retomada do consumo – normalmente registrada a partir de março, mas que até hoje não ocorreu.

A partir dessas informações fica a expectativa de readequação da produção a partir de abril, visto que não só no mês, mas também no trimestre e, ainda, nos 12 meses encerrados em março de 2016 os índices de expansão do setor foram bastante expressivos, até justificando o fraco desempenho do frango nos últimos meses.

É oportuno registrar que, considerada a produção mensal, o trimestre e os últimos 12 meses foram encerrados com variações de, respectivamente, 6,51% e 5,13%. Porém, como o ano é bissexto, tem um dia a mais em fevereiro, os aumentos reais foram menores. Ou, também respectivamente, de 5,34% e 4,84%. O que não afasta a constatação de que tenham sido elevados frente às péssimas condições de produção e de consumo.

Avisite
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